Vaga de estágio Estudantes buscam inserção no mercado de trabalho

Vaga de estágio: Estudantes buscam inserção no mercado de trabalho

No último ano, mais de 31 mil jovens conseguiram colocar em prática os conteúdos aprendidos em sala de aula

 A inserção no mercado de trabalho não tem sido uma facilidade no cenário atual em que a economia anda em recuperação lenta. Para os estudantes, a principal alternativa são as vagas de estágio: uma chance de colocar em prática os conteúdos aprendidos em sala de aula. Em Criciúma, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) possui em aberto mais de 100 vagas de estágio em diferentes áreas. No país, as oportunidades cresceram 13,4%, passando de 178.992 no primeiro semestre de 2017 para 203.062 no mesmo período deste ano.
O maior número de estagiários contratados são estudantes do ensino médio, seguido por estudantes de Pedagogia, Direito, Administração, Psicologia, Engenharia Civil, Educação Física, entre outros. Atualmente, o país tem 369.389 estagiários contratados. Deste total, a maioria são mulheres. Em 2017, mais de 31 mil jovens catarinenses tiveram a oportunidade de inserção no mundo do trabalho, por meio dos Programas de Estágio e Aprendizagem.

As idades podem ser diferentes, as ocupações diversas, mas uma coisa todos têm em comum: não se cansam de ouvir que “a culpa é sempre do estagiário”.  As brincadeiras fazem parte da rotina de quase todos que integram o quadro de aprendizes de uma empresa, mas eles não desistem de mostrar que já estão aptos para atuar no mercado de trabalho. Na Assessoria de Imprensa, Comunicação e Marketing (Aicom) da Unesc, o estudante da 4º fase de Designer Gráfico, Victor Burato, encontrou a tão sonhada oportunidade de emprego.

No setor, ele aprende e troca experiências com vários outros profissionais que estão inseridos há mais tempo no mercado de trabalho. “Decidi tentar a vaga de estágio porque estava difícil de conseguir um emprego na minha área. Mas estou muito feliz, hoje faço 6 horas de estágio e consigo conciliar com os estudos. Também tenho um networking legal com os funcionários da Universidade. Gostaria muito de me efetivar aqui”, afirma.

Por Luana Mello

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