Na China, industriais de SC participam da Feira de Cantão

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Na China, industriais de SC participam da Feira de Cantão

Grupo, liderado pela FIESC, participa do maior evento de negócios do país asiático até o dia 21. Também integram a missão empresários do Amazonas e Distrito Federal

Industriais de Santa Catarina, Amazonas e Distrito Federal participam até o dia 21 de outubro da missão empresarial à China, promovida pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). Nesta segunda e terça-feira, a comitiva, liderada pelo vice-presidente regional da entidade, Alexsandro da Cruz Barbosa, esteve na Feira de Cantão, o maior evento de negócios da China, realizado em Guangzhou, no sul do país. Também integram a delegação o vice-presidente regional, Israel Marcon, e o diretor 2º secretário, Ronaldo Baumgarten Junior. Ao longo da missão estão programadas visitas técnicas a indústrias dos setores madeireiro e moveleiro em Guangzhou e Shanghai.
Barbosa informou que dos 40 empresários que participam da missão, 21 são da região sul catarinense e integram o Sindicato da Indústria da Madeira e do Mobiliário da Região da Amurel (Sindimad). “Estamos aprendendo muito. Acredito que a comitiva volta ao Brasil com uma visão totalmente diferente, depois de conhecer o país. Com certeza, a missão será de grande valia para todos nós, especialmente para quem prospectar negócios. Além disso, é muito importante para adquirir experiência e conhecimento”, disse.
Em média, a cada edição, a Feira de Cantão reúne cerca de 25 mil expositores de 200 países e regiões. Marcon observa a importância de sair da rotina, conhecer a feira de Cantão e as possibilidades que ela oferece. “Percebemos o interesse dos empresários nas oportunidades de negócios. E isso é fundamental. É uma feira gigantesca, que promove o intercâmbio e o networking com empresários de todo o mundo”, avalia.
A missão tem o objetivo de prospectar oportunidades de negócios no mercado chinês, identificar e concretizar parcerias entre empresas brasileiras e estrangeiras, incrementar as transações comerciais, desenvolver estratégias para utilização da Ásia como plataforma de negócios de empresas brasileiras, fortalecer a rede de relacionamento na China, além de identificar novos nichos de mercado.

Fonte:Fiesc

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