Professores estaduais da região farão assembleia para decidir sobre greve

Professores estaduais da região farão assembleia para decidir sobre greve

Sindicato anunciou a paralisação no início desta semana, mas por enquanto não há professores em greve nas escolas da Regional de Tubarão

Uma mobilização iniciou nas escolas da rede estadual de ensino da região de Tubarão nos últimos dias para apontar os propósitos da paralisação dos professores. No momento, não existe quadro real de greve nas escolas pertencentes à área de abrangência da Regional de Educação, mas muitos educadores estão dispostos a começar o movimento.

Uma assembleia está prevista para ocorrer na próxima segunda (15) ou terça-feira (16), de forma remota. A proposta do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública Estadual de Santa Catarina (Sinte-SC) é que os professores somente voltem para as salas de aula após serem vacinados.

Uma mobilização iniciou nas escolas da rede estadual de ensino da região de Tubarão nos últimos dias para apontar os propósitos da paralisação dos professores. No momento, não existe quadro real de greve nas escolas pertencentes à área de abrangência da Regional de Educação, mas muitos educadores estão dispostos a começar o movimento.

Uma assembleia está prevista para ocorrer na próxima segunda (15) ou terça-feira (16), de forma remota. A proposta do Sindicato dos Trabalhadores na Educação Pública Estadual de Santa Catarina (Sinte-SC) é que os professores somente voltem para as salas de aula após serem vacinados.

Estamos defendendo o trabalho remoto. Ninguém vai deixar de trabalhar. Inclusive, segundo os professores, alguns pais já não estão mais mandando os filhos para as aulas presenciais”, destaca a professora Tânia Fogaça, dirigente no Sinte na região.

Outra reivindicação é que sejam feitas testagens dos profissionais e estudantes que tiveram contato com pessoas que tenham se afastado por suspeita de contágio. Isso porque muitas vezes os professores nem sabem por que o aluno não estava indo para a escola.

“As aglomerações existem nas escolas, os alunos tiram as máscaras e não se respeita todo o protocolo necessário. Começamos a questionar se a legalidade da greve é maior que a legalidade em defesa de uma vida”, declara Tânia, em referência ao fato de a Secretaria de Estado da Educação considerar a greve ilegal.

Fonte: Priscila Loch/Sul Agora – Foto: Priscila Loch

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