Jornalista do Notisul deixa UTI após 17 dias

Jornalista do Notisul deixa UTI após 17 dias

Ela foi vítima de um acidente de automóvel no último dia 31 na BR-101, às 5h30, em Capivari de Baixo

 

A jornalista do Notisul Lysiê Oliveira dos Santos, 29 anos, que sofreu um acidente  quando conduzia um Citroën C3, por volta das 5h30, na BR-101, em Capivari de Baixo, no último dia 31, permanece no Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC). A boa notícia é que ela recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e agora já está em um quarto desde esta terça-feira (16).

De acordo com a assessoria de comunicação do HNSC, o quadro de saúde da repórter é considerado estável. No dia do acidente, conforme os socorristas, quatro pessoas ficaram feridas com a colisão. Todas foram encaminhadas pelo Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu) ao hospital. Duas ambulâncias prestaram atendimentos aos envolvidos, além de dois caminhões do Corpo de Bombeiros. Lysiê estava entre as vítimas mais graves. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) do posto de Tubarão registrou a ocorrência e fez o controle do tráfego durante o socorro dos feridos e retirada dos veículos da rodovia.

No último dia 4, familiares e amigos da jornalista mobilizaram-se em torno de uma campanha de doação de sangue em nome da jovem, que no dia do ocorrido precisou utilizar algumas bolsas de sangue. Cerca de 60 doadores procuraram o Hemosc no dia 5 e também na última semana. O Hemosc de Tubarão fica na rua Santos Dumont, s/nº, no Centro, e funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 12h30. A jornalista não precisa mais de sangue, mas a necessidade de manter o estoque nas unidades continua.

Aos interessados em doar, é necessário prestar atenção em alguns critérios antes de se dirigir ao Hemosc. As pessoas precisam ter de 16 a 69 anos, estar em boas condições de saúde e pesar acima de 50 quilos. Para os menores de idade, é obrigatório o acompanhamento dos pais ou responsáveis na hora de doar. A idade limite para realizar a primeira doação é de 60 anos.

Existem algumas coisas que impedem os doadores de realizarem o ato. Quem realizou cirurgia, exame invasivo (endoscopia ou colonoscopia) ou fez tatuagem recentemente, o Hemosc recomenda que aguarde seis meses para retornar ao local. O uso de alguns medicamentos também pode impedir a doação, mas cada caso é analisado na hora da triagem.

Fonte:Notisul

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