Jaguaruna
Protesto será realizado nesta quarta-feira, em frente à prefeitura, para cobrar providências
Moradores do município de Jaguaruna estarão reunidos nesta quarta-feira, dia 24, em frente à prefeitura, a partir das 10h, para uma manifestação.
O objetivo é cobrar providências e melhorias na infraestrutura, principalmente dos balneários da cidade que recebe centenas de turistas durante a alta temporada.
De acordo com o morador Cleber Rafael Rodrigues Albuquerque, um abaixo-assinado também está sendo feito para ser entregue aos vereadores pedindo ações emergenciais no município. “Estamos pagando os impostos e não estão voltando em benefícios. Queremos cobrar da administração para que sejam feitas manutenções nas estradas. No Balneário Copa 70 acompanhamos a situação de um cadeirante que não consegue transitar por causa da quantidade de buracos na estrada”, comenta Albuquerque.
A moradora do Balneário Camacho Ires Paes, também destaca que o local enfrenta diversos transtornos com a falta de limpeza das bocas de lobo e alagamentos constantes. Ela ainda cobra manutenção na SC-100. “Nossa reivindicação do Balneário Camacho e Garopaba, seria pela manutenção da SC-100, limpeza das bocas de lobo, que com as fortes chuvas, sempre dá alagamento na nossa rodovia e o nível da água chega aos capôs dos carros. Nas ruas, os alagamentos espalham resíduos que podem causar risco de contaminação. É um problema de saúde pública”, diz.
Ires também fala sobre dificuldades de locomoção nas vias transversais em direção às praias. “Essas ruas estão sem manutenção com a máquina, gera buracos, isso dificulta a locomoção, sem falar na falta de manutenção no nosso posto de saúde.”
Alagamentos
No último fim de semana, um vídeo de um morador pescando na Rua Sueli Vieira Ramos, no Balneário Camacho, circulou pelas redes sociais chamando a atenção.
Ele simulou tirar um peixe da água que alagou a via após as chuvas no domingo, dia 21, para protestar contra a situação do local. Segundo moradores, o problema é recorrente em dias de chuva, na rua em que estão instalados diversos estabelecimentos comerciais e residências, causando transtornos. “Minha rua é sempre assim. Não tem uma boca de lobo que dê conta de escoar a água, uma vergonha. Qualquer chuvinha já enche”, comentou a moradora Sabrina Junkes.



