Tubarão
Em agenda de pré-campanha, o ex-governador Raimundo Colombo – pré-candidato ao Senado pelo PSD – visitou o Diário do Sul nesta sexta-feira, e fez um balanço de seus dois mandatos no governo do Estado, cargo que renunciou no início do ano.
Colombo destaca que decidiu colocar seu nome como pré-candidato ao Senado porque não era hora de desistir, e sim de colaborar com o país, representando o Estado. “Minha experiência poderá ser útil, e preciso participar deste processo”, destaca.
Sobre o movimento dos caminhoneiros, o ex-governador lembra que já passou por uma situação semelhante em seu governo, mas com dimensões menores que esta. “, a situação agora é muito mais preocupante e com uma proporção muito maior”, lembra.
De acordo com Colombo, nos quase oito anos à frente do governo, é possível dizer que o Estado cresceu e se desenvolveu em diversos aspectos, sendo destaque positivo em comparação a outros. “Algumas pessoas aprovam meu governo, outras reprovam, mas uma coisa é certa, não há quem discorde que Santa Catarina é hoje um dos melhores estados para se viver”, destaca.
Segundo o ex-governador, Santa Catarina é hoje líder no país na geração de emprego. “O bom desempenho da economia catarinense em 2017 garantiu ao Estado um saldo de 29.441 vagas, o que, na prática, significa que o Estado foi o que mais gerou emprego no país ao longo do último ano”, pontua.
“Outro ponto que é importante destacar é que, enquanto outros estados atrasam ou mesmo parcelam os salários dos servidores, no Estado eles são pagos rigorosamente em dia”, completa. Reforço na segurança e impostos sem aumento foram outros pontos positivos destacados por Colombo.
Agências regionais
Após assumir como governador do Estado, com a renúncia de Raimundo Colombo, umas das primeiras ações no governo de Eduardo Pinho Moreira foi a redução de 15 Agências Regionais no Estado. Para Colombo, esta seria realmente a decisão certa. “Fizemos várias cortes no governo para conseguir economizar. Mas são muitas despesas e havia muitas estruturas. Os cortes das agências eram realmente o caminho mais natural e certo a seguir”, avalia.
Informações Diariodosul

